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mixtape #67: fábio bianchini

por   /  30/11/2011  /  10:05

O Bianchini faz uma deliciosa contagem regressiva pro verão. No blog 54321 pro Verão ele posta vídeos de músicas que são a cara da estação que a gente tanto ama!

Pro Don’t Touch, ele fez uma mixtape especial, intitulada “Zeuhl: blum hamtai itah, und^em, zanka, walomend^em” e composta por Undertones, Weezer, Panda Bear, Jorge Ben, Lulu Santos e muito mais.

Ele explica: “O nome significa ‘música celestial: o povo saúda a Terra, o Oceano, o Sol, o Universo’ em kobaïano, a língua que o cara do Magma inventou. Só pra ter alguma coisa de rock progressivo, já que não entrou na seleção.”

A foto da capa é da Malg, lá no Riozinho.

Tá uma delícia, daquelas pra ouvir no repeat o tempo todo! ♥

Zeuhl by Gambitos

1. Here Comes the Summer – The Undertones
2. Walking on Sunshine – Katrina & the Waves
3. Merengue Killa – Amigos Invisibles
4. Summerlove – Verano
5. I Don’t Wanna Dance – Eddy Grant
6. Ob-La-Di, Ob-La-Da – The Beatles
7. Let’s Do Rock Steady – The Bodysnatchers
8. Maria Joana – Erasmo Carlos
9. Pervert Pop Song – Plastilina Mosh
10. Island in the Sun – Weezer
11. Rockaway Beach – General Johnson & Joey Ramone
12. Pop Singer’s Fear of the Pollen Count – The Divine Comedy
13. Surfer’s Hymn – Panda Bear
14. Stranger in the Window – Elf Power
15. Que Maravilha – Jorge Ben
16. Aint That Enough – Teenage Fanclub
17. Como uma Onda – Lulu Santos
18. Summer Wind – Fun Lovin’ Criminals & Ian McCulloch
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lendo a internet

por   /  30/11/2011  /  10:00

* Um livro sobre maconha para crianças! Mais uma do Guardian

It’s Just a Plant is a children’s book. About cannabis. Written and illustrated by Ricardo Cortés, whose lovely illustrations were recently seen in the book Go the Fuck to Sleep, it was first published in 2005 and has been recently reissued. It follows Jackie, a girl whose twitching nostrils lead her to her parents’ bedroom one night where they are smoking a joint. The following day, her mother takes her on an educational journey – they meet a farmer, a doctor, a police officer – to learn more about marijuana.

Texto completo em > http://www.guardian.co.uk/society/2011/nov/27/book-cannabis-children

* Isabelle foi morar fora, pensou que a internet resolveria pra matar a saudade dos amigos, mas descobriu um novo problema: a webinveja!

Deixar sua cidade para morar em outro lugar é totalmente diferente hoje, em 2011, do que era há 20 anos. Em 1991, não havia internet. Isso significa dizer que se você deixou o país, você deixou mesmo. Para manter contato com família e amigos que ficaram no seu antigo CEP, as cartas levavam dias e os telefonemas custavam uma fortuna. Eu lembro de, em 1996, quando deixei Fortaleza para morar no estado de Washington, nos EUA, ter gastado mais de US$ 800 na conta de um telefone fixo em um mês apenas, em ligações interurbanas e internacionais. Hoje, isso é impensável, viva a internet!

A maravilha da internet para encurtar distâncias – e só morando fora para entender esse slogan cafona de propaganda de provedor de banda larga! – é que você pode até viver a vida do seu lugar original, sabendo de tudo o que se passa com seus amigos, se sentindo próximo e acolhido.

PEEEEEEENNN!!! NOOOOTTTT!!!!!!

Chega uma hora que você se liga que a sua turma vai pra uma balada e não vai dar pra eles deixarem o Skype ligado. Você, morrendo de tédio e sem querer admitir a solidão, brinca com seu iPhone, e vê, no Instagram, seus amigos na praia, num clube novo, num restaurante incrível. E você continua sozinho, com o telefone na mão. Começa a sentir uma pontada. Você sabe o que é, mas não quer admitir. Até que reconhece: sim, é inveja. Webinveja.

Post completo em > http://isabelleepoque.wordpress.com/2011/11/14/webinveja/

* Alain de Botton veio ao Brasil e falou um monte numa entrevista à Folha!

Como foi a viagem?

Comecei em Porto Alegre, experimentei o sul germânico, aí fui para São Paulo e experimentei a loucura…

Loucura em que sentido?

Você vê na geografia urbana que é uma cidade em que ninguém parou para pensar “como podemos fazer essa cidade habitável, bonita, calma?”. Foi tudo corrido, preocupado em fazer dinheiro, em se projetar no cenário internacional, e não houve muito tempo para pensar em parques e coisas do tipo. Num dia cinza, parece uma visão do inferno.

E você teve alguns encontros com a elite da cidade.

Sim, fui a um coquetel em São Paulo, após uma palestra que dei para a elite [na Sala São Paulo] e fiquei espantado com o refinamento deles, muito mais do que qualquer um que você encontraria em Londres. Não sei, não era exatamente uma riqueza decadente, mas extremamente privilegiada, de um jeito que me pareceu impossível de acontecer no Reino Unido. Uma conversa de “pegamos o helicóptero para ir ali”, “a limousine está aí fora”, “minha filha está estudando na Alemanha”. As diferenças são tão… uau! Nós saímos do prédio e havia algo que parecia um cadáver, mas que provavelmente ainda era uma pessoa. Isso é extremo.

Entrevista completa em > http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1011999-no-brasil-alain-de-botton-critica-elite-caos-de-sp-e-desigualdade.shtml

etc

vinis do bruno morais

por   /  29/11/2011  /  18:30

Bruno Morais lança seu disco “A vontade superstar” na versão vinil! E acrescenta mais dois compactos ao pacote: o “Estúdio A” e o “Estúdio A.2″, com faixa nova, como “Ela e Os Raios”, e versão para “Sorriso Dela”, de Erasmo Carlos e Roberto Carlos.

“Quando eu fiz o disco, já pensava que queria ele em vinil também. A ordem foi feita toda pra caber e pra começar o lado b com ‘Boa nova’. Desde então, foi uma novela. Fabricar ainda era difícil, por ter que ser lá fora e não rolar uma comunicação bacana com as fábricas gringas”, conta o cantor ao Don’t Touch.

Mas o cenário mudou quando o compacto “Estúdio A.2″ ficou pronto. “A gente viu que ia dar para fazer em vinil. Então pensei: é agora! Vinil combina com meu som, completa o que eu faço.” Completa por que suas músicas têm um quê de nostalgia? “De nostalgia e de coisa bem física, orgânica, de muitos músicos tocando sem soar uma salada sonora. São verdadeiras mini-orquestras.”

Para ele, o som analógico permite que o ouvinte tenha uma sensação mais física, mais real. “E eu estou o tempo todo falando de memória, de desejo, das saudades, de sentimentos a serem descortinados, de memórias afetivas. E tem essa onda meio cinematográfica no som. É como se eu saísse do digital e agora estivesse exibindo meus filmes em película, como originalmente foram filmados.”

Pergunto a Bruno se ele lembra quais foram seus primeiros vinis. E ele nem pede um tempinho pra pensar: “Veio com minha primeira vitrola, era ‘Frevo mulher’, da Amelinha. Depois ganhei um best of da Rita Lee, com coisas do ‘Tutti frutti’“.

Depois que ganhou a vitrola, o pequeno Bruno só conseguia pensar em música. “Perdi a vontade de brincar com outra coisa. Lembro de as músicas me causarem sensações propulsoras, como vontade de correr, gritar, dançar feito um louco, chorar… E os meus pais achando que o filho deles estava enlouquecendo!”, lembra, rindo.

Bruno Morais lança os vinis na próxima quarta-feira 7 de dezembro, no Beco SP.

Mais Bruno Morais > https://www.facebook.com/pages/Bruno-Morais/165675443470382

Bruno Morais lança “Tudo em Vinil” no Beco SP

Participações  especiais de Lulina e Bixiga 70

Quarta, 7 de dezembro, a partir das 22h

Beco  203 SP – r. Augusta, 609 – 2339.0358
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lendo a internet

por   /  29/11/2011  /  16:55

* Por que as pessoas odeiam os hipsters?

O Guardian publicou uma matéria ótima sobre isso! Seguem alguns trechos:

Hipster Hitler web comic was launched in August 2010. It re-imagines the führer as a cardigan-wearing know-it-all, fond of bicycles, organic cashews and typewriters. Fans can buy American Apparel T-shirts bearing such slogans as “Eva 4 Eva” and “Death Camp For Cutie”.

Nevertheless, from London to Lima, Sydney to Mexico City, detractors might not know exactly what a hipster is, but they do know what they don’t like: a tiresome sort of trendy, ostentatious in their perceived rebellion, yet strangely conformist; meticulous in their tastes, yet also strangely limited. Squatting somewhere between MGMT, The Inbetweeners and Derek Zoolander, this modern incarnation is all mouth and skinny trousers.

The book settles on 1999 as New York’s hipster year zero. This was when American Apparel opened, the Canadian hipster magazine Vice moved to New York, and the sneaker boutique and branding agency Alife established itself on Manhattan’s Lower East Side.

“The hipster,” Horing suggests, “is the bogeyman who keeps us from becoming too settled in our identity, keeps us moving forward into new fashions, keep us consuming more ‘creatively’ and discovering new things that haven’t become lame and hipster. We keep consuming more, and more cravenly, yet this always seems to us to be the hipster’s fault, not our own.”

Horing also raises an even less-palatable notion: ‘”If you are concerned enough about the phenomenon to analyse it and discuss it, you are already somewhere on the continuum of hipsterism and are in the process of trying to rid yourself of its ‘taint’.”

Texto completo em > http://www.guardian.co.uk/lifeandstyle/2010/oct/14/hate-hipsters-blogs

* O Gustavo Mini, do Conector, escreve sobre como a tecnologia está nos deixando mais pop:

“Não é só aquele papo de que agora a gente também produz vídeos e músicas em casa, mas é que a nossa vida está servindo de recheio pra blogs e redes sociais, está emoldurada em telas de todos os tamanhos, se transformou na linha narrativa de muitos projetos interativos. Hoje, qualquer foto tem cara de ensaio e até um toque de telefone tem jeito de trilha sonora. Esse é um dos efeitos colaterais que não se esperava da tecnologia: era pra ela deixar a vida mais fácil, mas também está deixando a vida mais pop.”

Post completo em > http://www.oesquema.com.br/conector/2011/11/23/15-minutos.htm

* Mark Zuckerberg diz que o e-mail vai morrer. John Naughton discorda (e eu também)!

The only thing that’s surprising about this is that people are surprised by it. Most teenagers use technology to communicate with their friends and for that purpose email is, well, too formal. (Apart from anything else, because it’s an asynchronous medium, you don’t know whether someone has read your message.) So kids use synchronous messaging systems such as SMS and social networking tools that provide the required level of immediacy.

But the main reason young people don’t use email is that they haven’t yet joined the world of work. When (or if) they do, a nasty shock awaits them, because organisations are addicted to email. The average employee now-adays receives something like 100 email messages a day and coping with that deluge has become one of the challenges of a working life.

Organisational addiction to email has long since passed the point of dysfunctionality and now borders on the pathological, with employees sending messages to colleagues in nearby cubicles, people covering their backs by cc-ing everyone else and managers carpet-bombing subordinates with attachments. The real problem, in other words, is not that email is dying but that it’s out of control.

Texto completo em > http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2011/nov/27/john-naughton-mark-zuckerberg-email

etc

don’t touch my tv: romulo fróes

por   /  28/11/2011  /  14:50

Vocês gostam dos vídeos do Don’t Touch? Eu adoro e fico MUITO feliz toda vez que a gente consegue fazer uma entrevista super legal, editar o conteúdo e postar por aqui!

O convidado do Don’t Touch My TV é o cantor e compositor Romulo Fróes  > http://on.fb.me/tJxzA8

Ele é um desses artistas que surpreendem a gente por fazer não apenas música, mas arte. É lindo ouvir o Romulo falando como seu samba é triste, mas não apenas isso, como essa geração de músicos independentes já encontrou seu lugar no mercado _e como o público já recebe isso com outros ouvidos.

Isso e muito mais ele conta no vídeo abaixo. Eu fiz a entrevista, e os queridos Leonardo Barbalho e Romero Cavalcanti, da Dulaya, fizeram a direção e a edição.

(Sim, o vídeo é grande, mas pra quê pressa, né? Tô gostando de ter tempo de curtir as coisas com tempo  =)

Esperamos que vocês gostem! ♥

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