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Woody Allen falando da vida e do cinema

por   /  04/08/2015  /  13:00

Damon Winter:The New York Times

 

Quanto menos penso em mim mesmo, melhor fico. Se começar a ler que sou maravilhoso ou horrível, essas coisas grudam na mente e causam perda de tempo. Não penso sobre isso e não leio críticos ou entrevistas comigo. É mais saudável assim.

O trabalho do artista, na minha visão, é mostrar as pessoas que tudo que vocês estão fazendo é insignificante e que tudo vai desaparecer um dia. Então, aproveitem a vida. Se há um lado positivo, acho que falhei em encontrar nos meus 45 filmes. A minha maior contribuição é tentar distrair as pessoas por duas horas, fazê-las esquecer como a vida pode ser terrível e dos problemas. Meus filmes são como um copo de água gelado em um dia quente de Verão.

Você aprende certas coisas e acredita que se tornou mais tolerante com as pessoas, menos rabugento e compreende que as pessoas têm os mesmos problemas e inseguranças que você tem. Então, ficamos melhor neste sentido, porque fica consciente do sofrimento alheio e tende a se importar mais com as pessoas. Mas não aprendemos muito. Falando de cinema, você aprende tudo que precisa ao fazer dois filmes apenas. No primeiro, eu não sabia fazer nada e (o montador) Ralph Rosenblum e (o diretor de fotografia) Gordon Willis me ensinaram tudo. Você aprende fácil e, quando tem uma boa ideia, as coisas tendem a fluir tranquilamente.

Woody Allen em entrevista a Rodrigo Salem, ontem na Ilustrada.

Mais em > “Meu sentimento é de que não influenciei ninguém”, diz Woody Allen

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Mary Ellen Mark

por   /  03/07/2015  /  11:00

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O que aconteceu com a menina de 9 anos fumando na foto clássica de Mary Ellen Mark?

In 1990, Mark had been sent to rural North Carolina by Life magazine to cover a school for “problem children.” Ellison was one of those children. “She’s my favourite,” Mark told British Vogue in 1993. “She was so bad she was wonderful, she had a really vulgar mouth, she was brilliant.”

Mark added: “I was something of a problem kid. I was emotional, wild, rebellious at school. I’m very touched by kids who don’t have advantages; they are much more interesting than kids who have everything. They have a lot of passion and emotion, such a strong will.”

Ellison openly concedes she was a “wild” child, but she says she was just emulating the adults in her life, all of whom by her memory were drug-addicted, residing in a low-income housing complex nicknamed “Sin City.” It was around that time that she began to smoke.

“If I couldn’t get [cigarettes], if somebody wouldn’t give them to me, yes, I’d steal a pack of cigarettes and be gone,” she says. “I’d sit in the woods and smoke ’til they were gone.”

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Mix Type

por   /  19/06/2015  /  14:32

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Sabe uma daquelas mixtapes que você não tira do repeat? A Mix Type é assim – me acompanhou a semana toda!

É uma criação do selo Easy Tiiger, do querido amigo André Palugan, Guto Nunes e André Sakr. Eles convidaram o artista Pier Paolo para fazer interpretações do alfabeto em 3D.

“Produtores e DJs do selo pinçaram um artista para cada letra, compilando a parte 1 da mixtape (A > L), que traz edits e reworks inéditos de clássicos como The Avalanches, Arthur Verocai, Can, Erkut Taçkın e Idris Muhammad.”

Ouçam, é uma delícia! > http://easytiiger.com/mixtype/

 

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